quinta-feira, 22 de outubro de 2009

5ª Edição do Principal Evento Sustentável Internacional da América Latina




A questão ambiental é uma questão econômica e essa mudança de visão e comportamento foi motivada por pressão da sociedade e pela legislação que acabou influenciando o mercado. Pesquisas mostram que cada vez mais o consumidor prefere produtos associados a uma postura social ética e responsável com o meio ambiente.

Na era da globalização, a empresa, ter sua reputação abalada pode significar um prejuízo financeiro incalculável. A reputação, adquiriu uma importância estratégica nos negócios, sendo apontada em uma pesquisa no Reino Unido, como o ativo intangível mais importante no sucesso da firma, e também o mais difícil de ser recuperado.

A maioria das empresas procura em seus programas de gestão ganhar novos mercados e vantagens competitivas. Além disso existem as que praticam pequenas reformas visando somente cumprir à legislação ambiental e fazer propaganda da instituição. Por essa razão as empresas que realmente querem se diferenciar, procuram as certificações que agregam valores ao produto ao apresentar o selo de confiança no sistema de gestão implementando pela empresa, como as séries ISO 14000 e ISO 9000.

A internalização desse conceito no modelo produtivo ajudou a reabilitar uma visão do futuro e emergiu como um novo horizonte para opções de negócios, ou seja, uma nova estratégia de negócios.

Atualmente as firmas que procuram manter-se competitivas ou mesmo sobreviver em um ambiente de negócios turbulento e imprevisível percebem cada vez mais que, diante das questões ambientais, são exigidas novas posturas, num processo de renovação contínua, seja na maneira de operar seus negócios, seja em seu sistema de produção e organização. Assim, as firmas estão desenvolvendo novas formas de lidar com os problemas ambientais, através de uma nova estrutura de gestão ambiental.

Hoje, além do desempenho financeiro, outras variáveis fazem parte da avaliação de desempenho da companhia, particularmente a imagem e reputação resultante dessa relação com os grupos de interesse.

Como notado por Stuart Hart, no longo prazo, a perspectiva de obter a vantagem competitiva dependerá da capacidade da firma operar em ambientes ecologicamente sensíveis.

Segundo Fernando Almeida, ex presidente da Feema (Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente do Estado do Rio de Janeiro) e atual presidente-executivo do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), é preciso construir alternativas para a visão unidimensional de mundo, segundo a qual o futuro possível para a humanidade tem forçosamente que resultar de uma escolha entre o respeito à natureza e a promoção do desenvolvimento econômico.
Para Fernando, a melhor tradução para a idéia de sustentabilidade está na palavra “sobrevivência”. Seja a do planeta, a da espécie humana, a das sociedades humanas ou a dos empreendimentos econômicos.

O conceito de responsabilidade ambiental já se firmou de tal forma que incorporou, as dimensões econômica, ambiental e social das ações humanas e suas conseqüências sobre o meio ambiente. Hoje não existe o predomínio econômico primeiro e indiferença em relação ao ambiental e sim uma integração dos valores. Até então, a idéia é que havia uma incompatibilidade inelutável entre desenvolvimento e meio ambiente.

Agora existe um marketplace internacional para promover as organizações e entidades comprometidas com a sustentabilidade. Este espaço foi inaugurado em novembro de 2005, no Brasil.

Em 2009, a 5ª edição da ExpoSustentat será realizada em São Paulo. De 28 a 30 de outubro de 2009 palestrantes de diversos países irão discutir oportunidades e desafios para a construção de um planeta melhor.

Participe!!!

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Fator Acidentário de Prevenção

O Decreto 6.042/2007 instituiu a aplicação, acompanhamento e avaliação do Fator Acidentário de Prevenção - FAP e do Nexo Técnico Epidemiológico, através da inclusão do artigo 202-A no Regulamento da Previdência Social.

O objetivo do Fator Acidentário de Prevenção (FAP) é incentivar a melhoria das condições de trabalho e da saúde do trabalhador estimulando as empresas a implementarem políticas mais efetivas de saúde e segurança no trabalho para reduzir a acidentalidade.

O FAP juntamente com as respectivas ordens de freqüência, gravidade, custo e demais elementos que possibilitem a verificação, por parte da empresa, do seu respectivo desempenho dentro da sua SubClasse da CNAE, bem como a legislação correlata e dúvidas freqüentes foi disponibilizada a partir do sítio do Ministério da Previdência Social – MPS.

A proteção acidentária é determinada pela Constituição Federal como a ação integrada de Seguridade Social dos Ministérios da Previdência Social - MPS, Trabalho e Emprego - MTE e Saúde - MS.

O valor social do trabalho é estabelecido sobre pilares estruturados em garantias sociais tais como o direito à saúde, à segurança, à previdência social e ao trabalho, decorrentes do art. 1º da Constituição Federal.

O direito social ao trabalho seguro e a obrigação do empregador pelo custeio do seguro de acidente do trabalho também estão inscritas no art. 7º da CF/88.

Consulta pela Internet

O Ministério da Previdência Social publicará anualmente, sempre no mesmo mês, os índices de freqüência, gravidade e custo, por atividade econômica, e disponibilizará, na Internet, o FAP por empresa, com as informações que possibilitem a esta verificar a correção dos dados utilizados na apuração do seu desempenho.

Para o cálculo anual do FAP, serão utilizados sempre os dados de dois anos imediatamente anteriores ao ano de processamento. Excepcionalmente, o primeiro processamento do FAP (2009) utilizou os dados de 1º de abril de 2007 aos 31 de dezembro de 2008.

Para as empresas constituídas após janeiro de 2007, o FAP será calculado no ano seguinte ao que completar dois anos de constituição.

O acesso às informações está disponível no sítio do Ministério da Previdência Social e também da Receita Federal do Brasil. Consulte :
www2.dataprev.gov.br/fap/fap.htm

É importante frisar que o empregador deverá se utilizar de uma senha para acesso a estas informações. Esta senha é a mesma que as empresas se utilizam junto à Receita Federal do Brasil para aos demais tributos.

Caso ainda não possua, acesse o link Verificação de Regularidade - Contribuição Previdenciária no site dataprev.gov.br

Para consultar o índice de sua empresa acesse o site dataprev.gov.br


Fonte: Boletim Guia Trabalhista, 15.10.2009

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

ECOEFICIÊNCIA

Na era da globalização, a empresa, ter sua reputação abalada pode significar um prejuízo financeiro incalculável. A reputação, adquiriu uma importância estratégica nos negócios, sendo apontada em uma pesquisa no Reino Unido, como o ativo intangível mais importante no sucesso da firma, e também o mais difícil de ser recuperado.
Durante a última década existiu uma pressão para a adoção da gestão ambiental (redução de emissões, efluentes e desperdício nas operações) e o principal obstáculo era a concepção de que gestão ambiental e lucros eram inimigos. Dizia-se que além de reduzir o lucro, a implementação da gestão ambiental elevaria os preços, pois os custos seriam repassados aos consumidores. Entretando, em pouco tempo, o inverso foi provado, pois os custos foram reduzidos com uma melhor utilização do processo produtivo, principalmente no uso de insumos e desperdícios.
O modelo de gestão ambiental baseado no gerenciamento de qualidade total foi rapidamente disseminado. Esse modelo também conhecido como eco-eficiência, permitiu economia de recursos, incrementou a produtividade e a eficiência, resultando em vantagem de custo sobre os competidores.
O termo eco-eficiência surgiu na proposta empresarial de atuação na área ambiental apresentado para a Conferência do Rio em 1992, como termo que melhor representava a idéia de integrar eficiência econômica e ecolígica, conforme relatado pelo fundador do World Business Council for Sustainable Developement (WBCSD), Stephan Schmidheiny.
O WBCSD define eco-eficiência como: “A eco-eficiência é alcançada mediante o fornecimento de bens e serviços a preços competitivos que satisfaçam as necessidades humanas e tragam qualidade de vida, ao mesmo tempo que reduz progressivamente o impacto ambiental e o consumo de recursos ao longo do ciclo de vida, a um nível, no mínimo, equivalente à capacidade de sustentação estimada da Terra.”
A maioria das empresas procura em seus programas de gestão ganhar novos mercados e vantagem competitivas. Além disso existem as que praticam pequenas reformas visando somente cumprir à legislação ambiental e fazer propaganda da instituição. Por essa razão as empresas que realmente querem se diferenciar, procuram as certificações que agregam valores ao produto ao apresentar o selo de confiança no sistema de gestão implementando pela empresa, como as séries ISO 14000 e ISO 9000.
A internalização desse conceito no modelo produtivo ajudou a reabilitar uma visão do futuro e emergiu como um novo horizonte para opções de negócios, ou seja, uma nova estratégia de negócios.
Atualmente as firmas que procuram manter-se competitivas ou mesmo sobreviver em um ambiente de negócios turbulento e imprevisível percebem cada vez mais que, diante das questões ambientais, são exigidas novas posturas, num processo de renovação contínua, seja na maneira de operar seus negócios, seja em seu sistema de produção e organização. Assim , as firmas estão desenvolvendo novas formas de lidar com os problemas ambientais, através de uma nova estrutura de gestão ambiental.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

A importância da Segurança do Trabalho nas empresas



"É DEVER DE UM TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO NUNCA PERMITIR QUE A INTEGRIDADE FÍSICA DE UM TRABALHADOR SEJA COMPROMETIDA EM RAZÃO DE LUCRO OU DE PRODUÇÃO"

Faltas no trabalho, pequenas lesões, fadiga, estresse ou até mesmo acidentes graves. Estes são os transtornos mais comuns relacionados à atividade profissional. Mas, a maioria dos problemas tem medidas de prevenção e precauções adequadas, e ai entra a Segurança do Trabalho.
Felizmente, cada vez mais as empresas têm notado a importância de adotar medidas preventivas de segurança do trabalho e gestão ambiental que trarão benefícios imediatos ao empregado e a empresa. Para o empresa, essas medidas não representam apenas custo; mas sim um investimento a longo prazo, que garantirá a eficiência na produção.
Hoje em dia, a legislação é rigorosa em relação à segurança no trabalho. Algumas normas, como o PCMSO (Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional) e o PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais), norteiam as empresas no sentido de evitarem problemas e riscos no ambiente de trabalho.
As funções de engenheiro e técnico em Segurança do Trabalho, dentro da empresa, é de atuar na prevenção dos acidentes de trabalho e zelar pela segurança de todos, incluindo desde a chefia, área administrativa até os funcionários da produção.
“Dentre suas atribuições, ele inspeciona locais, instalações e equipamentos da empresa, condições de trabalho, normas e dispositivos de segurança; inspeciona os postos de combate a incêndios”, alerta Janaine Vosniak, engenheira florestal e de Segurança do Trabalho.
Também investiga acidentes ocorridos; mantém contatos com os serviços médico e social da empresa ou de outra instituição; registra irregularidades ocorridas; instrui os funcionários sobre normas de segurança, prevenção de acidentes, ministrando palestras e treinamento, por meio da CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes), SIPAT (Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho). E, finalmente, participa de reuniões sobre Segurança no Trabalho, apresentando sugestões e analisando a viabilidade das medidas propostas, para aperfeiçoar o sistema existente.
Muitas vezes, a dificuldade do técnico em agir, é causada por falta de conhecimento dos trabalhadores, que não têm consciência da importância desse profissional para sua segurança enquanto trabalha.
“Proteção e segurança no ambiente de trabalho é um direito do trabalhador; e sabemos que isso é essencial para sua qualidade de vida”.

Bibliográfia: Folha de Irati - PR

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

APRESENTAÇÃO




(Equilíbrio)


A consciência em torno da importância do meio ambiente e o atendimento das demandas causadas pelo crescimento econômico, mediante o aumento das necessidades de consumo da população, dá uma nova dinâmica ao contexto ambiental. O grande desafio é permitir expansão econômica, sem descuidar da conservação do meio ambiente. O conceito de gestão ambiental em uma empresa tem como objetivo criar valor econômico, social e ambiental para minimizar qualquer dano resultate de sua atuação.

Com a mudança do panorama mundial relacionado ao meio ambiente nas últimas décadas, a variável ambiental vem se transformando num importante diferencial competitivo com o qual as empresas devem se preocupar. Para que as empresas possam tomar decisões corretas, quanto à relação existente entre meio ambiente e meio empresarial, necessitam se preocupar em identificar seus custos ambientais.

Hoje, há um consenso de que é preciso haver equilíbrio entre os pilares social, ambiental e econômico. A preservação do meio ambiente, a necessidade de crescimento econômico para atender as necessidades sociais e a possibilidade de todos participarem são aspectos fundamentais para a construção de políticas ambientais. O caminho da responsabilidade ambiental aponta para um cenário no qual os resultados e benefícios obtidos são compartilhados pelas empresas, pelos parceiros envolvidos em seus negócios, pelas sociedades onde atuam. É importante frisar que esse tipo de desenvolvimento só pode ser alcançado quando for economicamente viável. As empresas têm que aliar o desenvolvimento sustentável com a manutenção do lucro, permitindo que um afete o desemprenho do outro.

Para ser sustentável, uma empresa deve seguir uma estratégia de gerenciamento que cria maior valor com menos impacto, menor poluição e com menor utilização dos recursos ambientes.