segunda-feira, 16 de novembro de 2009

EUA e outros líderes mundiais adiam chance de acordo sobre clima



Segue a notícia do site UOL que pode ser lida na integra no Jornal Valor Econômico em São Paulo.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e outros líderes mundiais decidiram adiar a difícil tarefa de alcançar um acordo sobre as mudanças climáticas na conferência marcada para o próximo mês em Copenhague (Dinamarca). De lá, sairia um acordo de "comprometimento político", que jogaria as questões mais complicadas para o futuro.

Ontem, Washington e Pequim, apoiados por algumas dos principais países emergentes do mundo, comunicaram, em Cingapura, o governo da Dinamarca de que não será possível conseguir um acordo vinculante que permita a redução das emissões de dióxido de carbono.

Em vez disso, se tentará um acerto de duas etapas, que, na realidade, consiste em fazer em Copenhague uma mera declaração de intenções, adiando os compromissos obrigatórios para um momento mais à frente, talvez em outra conferência, como a do México, no ano que vem.

"Houve uma coincidência entre os líderes de que não é realista esperar que um grande acordo internacional completamente vinculante possa ser negociado até Copenhague", observou o vice-conselheiro de segurança nacional para assuntos econômicos internacionais da Casa Branca, Michael Froman.

A declaração foi dada ao fim de uma reunião ocorrida ao lado da assembleia do Fórum da Cooperação Econômica da Ásia-Pacífico (Apec, da sigla em inglês).

Segundo o jornal El Mundo, Obama não quer assinar nenhum acordo que depois não seja referendado pelo Congresso. A China, por sua vez, não está disposta a fazer movimentos relevantes no campo do clima que não sejam acompanhados por Washington. O mesmo pode se dizer da Indonésia, terceiro maior poluidor. Japão, cujo novo governo anunciou recentemente a disposição de reduzir as emissões de gases, também não quer atuar sem ações recíprocas da China e EUA.

Conforme a publicação, dessa forma, com toda probabilidade, outros grandes países em desenvolvimento, como Índia e Brasil, devem se negar a apoiar acordos que não estejam respaldados por aqueles quatro países.

"Considerando o fator tempo e a situação de cada país, devemos, nas próximas semanas, focar no que é possível e não nos distraírmos com o que não é possível", declarou o primeiro-ministro dinamarquês, Lars Rasmussen.

Lula diz esperar avanços na Conferência do Clima
Ao comentar a participação do Brasil na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje (16) que espera avanços, pelo menos, no que chamou de "princípios básicos" sobre a questão climática. "Para que a gente consiga diminuir os gases de efeito estufa", disse.

No programa semanal de rádio Café com o Presidente, Lula destacou a meta brasileira de reduzir as emissões em 36,1% a 38,9% até 2020 e lembrou que parte dessa redução vai resultar da queda do desmatamento na Amazônia.

O presidente também citou como estratégias para conter a emissão de gases a preservação do Cerrado brasileiro, o uso do carvão vegetal em vez do mineral e os investimentos em hidrelétricas e não mais em termelétricas movidas a óleo diesel. "Isso será uma contribuição extraordinária que o Brasil estará dando para o mundo", disse.

O Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) se reúne hoje para debater a participação do Brasil na conferência - rmarcada para dezembro em Copenhague (Dinamarca).

Prevenir é Melhor do que Remediar

BETTER BE SAFE THAN SORRY...

A maior parte dos acidentes de trabalho poderiam ter sido evitados se medidas, muitas vezes muito simples, tivessem sido adotadas.

Prevenir é sempre melhor e mais barato do que remediar.

Prevenir um dano a saúde e melhorar a proteção do colaborador, evitando acidentes, reduz prejuízos, baixas na produção, investimentos perdidos em treinamentos, custas judiciais, e, principalmente, mantém a integridade física do seu colaborador, que é o bem mais valioso de qualquer pessoa.

Eliminar os fatores de risco, proteger os colaboradores, orientar para o uso correto dos equipamentos, sensibilizar o colaborador, tudo isso é função do Técnico de Segurança no Trabalho.


Imagem by theborba (deviantart)

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Impressão Consciente



Com a facilidade de acesso aos computadores e ao mundo virtual, em casa ou no trabalho, onde vemos uma pilha de papel podemos concluir que há também milhares de árvores derrubadas, consumo de energia elétrica, produtos químicos utilizados na tinta e dinheiro.
Além disso, tintas, toners e cartuchos são produzidos com produtos químicos, tóxicos e seu uso gera resíduos que precisam de uma destinação adequada. Minimize o uso de tinta.
Use sempre o modo econômico sempre que possível.
Melhor ainda, leia o documento em formato eletrônico e imprima somente em último caso.
Evite impressões que não sejam indispensáveis.

Consciente de sua responsabilidade socioambiental a HP preparou dicas de impressão consciente para tornar o dia-a-dia ainda mais responsável, sem deixar de lado a produtividade. São elas:
1) Antes de imprimir pense:
• Você precisa mesmo imprimir este arquivo?
• Se for mesmo precisar que imprimir, não pode ser em frente e verso?
• Ainda assim, é possível imprimir mais de uma página por folha?
• Você já revisou e visualizou o arquivo?
• Uma cópia não é suficiente?
• Se você imprime todo um documento, mas só uma página está errada, não pode imprimir somente esta página?
• Sempre que chego à impressora existem várias folhas "sem dono". Por que isso acontece?
2) Visualize o arquivo antes de imprimir.
Como diz o nome, a função Visualizar Impressão permite ver como será o documento impresso. Porém, o que muita gente não sabe é que é possível editar o texto quando se usa essa função.
• No menu Arquivo, clique na opção Visualizar Impressão e edite o texto.
• Para sair da função Visualização de Impressão, clique no item Fechar na barra de ferramentas.
3) O Pacote Office oferece várias facilidades. Você sabia?
No Word é possível imprimir parte de um documento, selecionando as páginas, ou ainda várias páginas em uma mesma folha:
• No menu Arquivo, clique na opção Imprimir.
No Excel você não precisa imprimir o documento inteiro. Se não for utilizá-lo, imprima uma seleção:
Selecione a área que deseja imprimir.
• No menu Arquivo, clique a opção Área de Impressão e, em seguida, Definir Área de Impressão.
O Power Point também disponibiliza um recurso para reduzir o número de folhas impressas:
• No menu Arquivo, selecione a opção Imprimir.
• Escolha a opção "Folhetos" e quantos slides serão impressos em uma mesma folha.[14]
Lembre-se: imprima um slide por folha quando for realmente necessário!
4) A sua impressora também pode ajudar!
As impressoras atuais disponibilizam diferentes programações e modos de impressão:
No menu Arquivo clique em Imprimir. Depois clique em Propriedades e escolha sua opção:
• Frente e verso;

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Desmatamento da Amazônia



Cruzamento realizado pela Folha entre dados de desmatamento da Amazônia Legal e o Índice de Desenvolvimento Municipal, revela que áreas desmatadas apresentam menor avanço social, enquanto a economia local evolui, informa reportagem de Eduardo Scolese (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

Os 50 municípios da Amazônia Legal que mais desmataram em extensão entre 2000 e 2006, por exemplo, avançaram nos índices de emprego e renda 35% acima da média regional. Já no indicador de saúde, os mesmos municípios cresceram 63% abaixo da média da Amazônia Legal.

De acordo com especialistas ouvidos pela Folha, o desmatamento concentra renda e gera empregos de forma passageira. Para eles,a oferta de emprego atrai trabalhadores migrantes e, por essa razão, afeta negativamente os sistemas de saúde e educação.

Os dados de desmatamento são do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), e o Índice de Desenvolvimento Municipal é da Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro).

Leia a reportagem completa na Folha desta quarta-feira 11/11/09, que já está nas bancas.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

DENÚNCIA - Trabalho escravo e sem EPIs

Fiscalização flagra escravos em escavações para rede da Claro. Grupo foi aliciado no Rio de Janeiro, não recebia salários, estava alojado em galpão e pagava pela comida. Subcontratada pela empresa de telefonia celular não fornecia água potável nem equipamentos de proteção individual.

VITORIA(ES) - Após a denúncia de quatro pessoas que não suportaram as condições de trabalho, a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Espírito Santo (SRTE/ES) libertou 17 vítimas de trabalho análogo à escravidão, em Vitória (ES). Elas escavavam canaletas para acomodar cabos óticos da operadora de telefonia celular Claro. A fiscalização, que foi acompanhada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), se deu em 15 de outubro.

As vítimas foram aliciadas no Norte do Rio de Janeiro no final de setembro, a pedido da subempreiteira Dell Construções, que por sua vez foi contratada pela multinacional Relacom Serviços de Engenharia e Telecomunicação. Essa última prestava serviços à Claro. O "gato" - intermediário na contratação da mão-de-obra - prometeu aos trabalhadores bom salário e ainda disse que havia a possibilidade de posterior contratação pela empresa.

"Por se tratar de uma empresa conhecida, os empregados se iludiram com a chance de serem efetivados", relata Alcimar Candeias, auditor fiscal do trabalho da SRTE/ES que coordenou a ação.

Os trabalhadores entregaram suas Carteiras de Trabalho e Previdência Social (CTPS) ao "gato". Os documentos, porém, ficaram no Rio de Janeiro. A legislação trabalhista determina que o empregador informe ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) no município de origem do trabalhador, por meio das Superintendências, Gerências ou Agências, e emita a Certidão Declaratória (antiga Certidão Liberatória) antes da viagem.

A subempreiteira Dell Construções alugou uma espécie de galpão para alojar os empregados, no bairro Cobilândia, em Vila Velha (ES). Eles dormiam em colchonetes no chão. Havia somente um banheiro para todos. Não tinham itens de higiene pessoal e nem podiam comprá-los porque não receberam nenhum pagamento até o dia da fiscalização.

Os trabalhadores improvisaram uma cozinha no local e a esposa do "gato" preparava as refeições, que eram cobradas. O empregador não fornecia água potável, nem equipamentos de proteção individual (EPIs).

Nos primeiros dias de trabalho, as vítimas caminhavam cerca de 3 km para chegar até o local da escavação, na Rodovia Carlos Lindenberg. "Com a reclamação dos trabalhadores por causa do longo trajeto, a empresa alugou uma caçamba. Achando que estavam resolvendo uma situação, na verdade estavam colocando em risco a vida dos empregados", conta Alcimar.

A jornada de trabalho se iniciava às 6h da manhã e se estendia até às 18h, inclusive nos finais de semana. "Normalmente quando o empregado sai de seu município para trabalhar, até por estar longe da família, ele já trabalha muito. Quando ele recebe por produção, trabalha até a exaustão mesmo. Com esses trabalhadores não era diferente", opina o auditor fiscal.

O acordo inicial proposto pela empresa era pagar R$ 7 por metro escavado. Desse valor, R$ 2 ficariam com o "gato". E para piorar, o empregador achou que a produção estava baixa e diminuiu R$ 2 do valor prometido: se recebessem, os empregados ficariam só com R$ 3 por metro escavado.

Após a fiscalização, os trabalhadores libertados foram transferidos para um hotel, onde permaneceram até quarta-feira (21), quando receberam as verbas da rescisão do contrato de trabalho. A subempreiteira Dell Construção, do Rio de Janeiro, arcou com os pagamentos. A Claro é controlada por empresas do mexicano Carlos Slim, dono de uma das maiores fortunas do mundo.

A Relacom informou, por meio da assessoria de imprensa, "que já está em contato direto com o Ministério do Trabalho do Estado do Espírito Santo para prestar os esclarecimentos necessários. As acusações feitas referem-se a uma empresa subcontratada e tomará as medidas que forem necessárias no conclusão do processo". A assessoria de imprensa da Claro informou que a empresa " já tomou providências internas para o referido caso".



Fonte: Repórter Brasil 03/11/09

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

A NATUREZA PEDE SOCORRO!

O que vocês acham destas imagens?!...


A Natureza está pedindo SOCORRO !


REFLETIR É PRECISO!!!


AGIR, É NECESSÁRIO!!!